ELAS NO TOILET






"Só aqui você se sente à vontade!"






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FULANA E SICRANA
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Por tantas vezes era assim a minha manhã.
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Hoje é celebrado o Dia de Ação de Graças na terra do “We can”. Um belo feriado para seguir de exemplo, reunir a família e agradecer.
Se “I can”, antes de mais nada, é preciso agradecer:
Muito obrigada...
- Por você que ler e compartilha o meu pequeno mundo;
- Pela Aninha que facilitou muito o meu dia hoje e preparou um almoço divino;
- Pela o prazer de estar viva;
- Pelos sonhos;
- Pelas mensagens no celular que ganhamos e alegram o dia;
- Pelos emails diários que mudam o nosso humor para melhor;
- Pelo ar condicionado em dias estupidamente quentes como hoje;
- Pelos cafés compartilhados;
- Pelas conversas ao vivo e a cores;
- Pelas brincadeiras inventadas na hora;
- Pela receita que alguém de bom grado compartilhou na internet ( o pavê virou sucesso absoluto
nesta casa);
- Pela família imensa tão fantasticamente diferente e unida;
- Pelos telefonemas só para compartilhar um sonho ou fazer um convite;
- Pelo luar esplêndido como paisagem para curtir juntinho deitados na rede;
- Pelas minhas roseiras que tem o poder de suavizar qualquer perengue;
- Pela algazarra da criançada livres e divertidas;
- Pelo caminhar juntos e de mãos dadas;
- Pela saúde hoje e sempre.
Um “Happy Thanksgiving Day”!
By Fulana
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Novembro chegou e as academias de dança prepararam os famosos espetáculos de final de ano. Bem típico de filmes americanos ou londrinos onde sempre tem as famosas correrias para os pais não chegarem atrasados, a apreensão de errar o que tanto se ensaiou e a emoção de fazer parte de uma família para sensibilizar o público.
Ontem teve um pouquinho de tudo isso. Bom assim, como a vida deve ser. Pessoas comuns em cima do palco dançando com o total profissionalismo que um iniciante tem. O importante era fazer parte do conjunto: bailarinos + platéia = família.
Bacana mesmo você corpos perfeitos e não tão perfeitos no ritmo e no movimento. Risadas, medo, vontade de fazer bonito e uma realização de dá gosto.
Ali, tive vontade de ter uma filha só para um dia quem sabe vê-la vestida de baleira, com saias coloridas, maria-chiquinhas e dançando feliz da vida porque a sua mãe estava lá sentada na plateia.
O tema do espetáculo foi Casino, teve um pouquinho de ballet, jazz e tango. Teatro lotado. Fila para entrar. Máquinas fotográficas à postos para registrar cada detalhe. Pipoca e amendoim. Palmas e palmas. Uma prima bailarina no palco que você um dia já foi babá e ela te chama de Dindinha Caió.Tudo isso é o show da vida de gente comum como eu e você.
By Fulana – que adorou encontrar uma certa bailarina agora corredora de maratona na fila do espetáculo, né Sicrana?
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Tudo girava em torno de um novo rocambole. Depois do sucesso absoluto do rocambole de chocolate, receita inclusive que fará parte do Natal das Toilets, era preciso reinventar. Ou não.
A princípio o tradicional rocambole de goiabada vagou por um tempo na mente. Desisti. Padrão demais. Normal demais. Cadê o glamour?
Eis que a ideia veio rápido. Não faça de goiaba, faça com outra geléia. Entre tantas opções, inclusive as regionais. Optei pela amora para dá um clima de Natal sem neve.
A receita veio do caderninho de receita escrito à mão por minha mãe que ganhei quando fui morar sozinha pela primeira vez:
Receita Rocambole Doce
Ingredientes:
4 ovos
2 xícaras de açúcar
1 colher de chá de sal
1 colher de sobremesa de fermento
1 xícara mal cheia de leite
250 g de geléia de amora
Modo de fazer:
Bate-se as claras em neve e separe. Em seguida, bata na batedeira as gemas, coloca o açúcar e o sal. Acrescenta a farinha, o fermento e por último o leite. Mistura bem tudo. Depois, acrescente as claras em neve e misture com a espátula (não leva mais na batedeira) com movimentos suaves para deixar a massa fofinha. Leva no forno para assar (160º por 20 minutos) em assadeira retangular grande (nº 4) untada com manteiga e farinha de trigo. Em cima de um pano de prato úmido, desenforma e espalha a geléia por toda a massa. Enrola como rocambole e peinera em cima um pouco de açúcar refinado peneirado.
Pronto! Já terá seu rocambole de amora!
Eu não tive um rocambole... Como na receita materna não tinha todas as informações, usei assadeira pequena, o bolo cresceu lindo e mesmo assim eu insistir para enrolar. Afinal, a ideia original era um rocambole. Resultado, o bolo partiu bem no meio. Sorte minha que ao invés de rocambole fiz um belo bolo de amora e ninguém precisa saber, correto? Risos.
Enfim, meu café da manhã hoje foi um divino raspberry cake morninho com um bom café.
Como dizem os mais velhos: “ nada na cozinha se perde, tudo se transforma.”O feriadão começou com ótimas surpresas, hein? O bom de tudo isso foi se aventurar na cozinha ao som de La Belle Musique.
By Fulana – curtindo o Natal em pleno novembro.
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Existem algumas invenções ou ideias que merecem aplausos e mais aplausos. Coisas banais que não vivemos sem como uma simples escova de dente, uma rede para se balançar ou minha nova curtição: stereomood.
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Momento Gilmore Girls total, um sol que até calango foge lá fora, um quarto climatizado e na telinha Lorelai e Rory nos preparativos do Natal atrasado em uma Star Hallows nevando.
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Novembro chegou com tudo. Depois de um outubro de nova rotina, o novo mês trouxe mais mudanças. Uma cesta de boas-vindas carregada de:
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A hora de mudar é agora, nesse exato minuto. Na verdade, em uma semana oficialmente devido aos trâmites.
Enterrar o antigo, queimar as mágoas, colocar o ponto final, fechar o livro, não olhar para trás e seguir sempre em frente.
Hoje é dia de recomeços e renovações.
Sigo sem o caminhão de benefícios ‘que faz bem’, com a consciência que o melhor está logo ali.
O não precisar faz toda a diferença.
Começarei um novo momento profissional.
Estou feliz e radiante com a decisão.
Leve como a vida tem que ser.
Saí da ilha para começar uma nova viagem pelo continente a fora.
De uma Fulana que pretende ser mais presente nesse cantinho do mundo virtual.
P.S. Fotinha emprestada daqui.
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Hoje, aproveito que é um dia de celebração ‘oficial’ da amizade e conto um pouquinho do mundo das vadias.
Tudo começou dentro da mesma família abençoada, afinal, receber três vadias de uma vez não é pra qualquer uma... risos.
A vadia 1 veio do quadradinho do mapa e teve a audácia de nascer primeiro. A vadia 2 nasceu na Bahia logo em seguida. Fizeram todo tipo de traquinagem juntas até que ganharam de presente uma nova boneca para brincar: a vadia três. Por um bom tempo a vadia três era o projeto piloto de todas as ideias novas e mirabolantes das duas.
Os anos oitenta e os noventa passaram e muitas trocas de cartas com inúmeros adesivos iam freneticamente de lá pra cá e vice versa entre Vadia 1 e Vadia 2. Sem falar dos carnavais de mortalha, mamãe sacode e pular pela Avenida Sete atrás do trio.
De repente, a vadia 3 cresceu e eis que as três se reencontram para passar o réveillon em Maceió. Depois de Maceió nada foi igual... tudo virou uma vadiagem só. Divertidíssima por sinal. Catuaba Selvagem, sessão gourmet, balada, loirices e um blá blá blá só.
Vadia 1 casou e foi pra terra da garoa lá teve filhotes paulistanos. Vadia 2 casou e foi para a Bahia Grande lá teve gêmeos soteropolitanos e tempos depois Vadia 3 casou e ficou em Nárnia e virou dinda.
Períodos de silêncio e alôs intercalavam de quando em vez. Até que a santa mãe da vadiagem: a internet juntou as três.
Hoje, está mais que provado que por mais que sejamos esposas, mães de família, mulheres trabalhadoras é preciso sempre ser um pouco de vadia. Afinal, só quem já deu muitas risadas das piadas internas, ouviu muitos desabafos, chorou, ajudou, levantou, aplaudiu, pentelhou, aprendeu e agradeceu sabe o que é ser uma boa vadia.
A vocês vadias deixo sempre o meu amor.
By Fulana – vulgo Vadia 3
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FULANA E SICRANA
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O quê fazer?
- Descobrir o que você quer.
- Focar para alcançar o quanto antes.
- Nos momentos de recaída, tristeza, falta de motivação e depressão ter a certeza que vale a pena o sonho e acreditar ainda mais nele.
- Acreditar que pode e merece.
- Não se perder em devaneios e caso se perca sempre ter perto o mapa para onde quer chegar.
- Se precisar construir pontes, construa com a certeza de não estagnar na ponte e sim seguir em frente.
- Viver e observar o hoje, o presente, o agora, esse instante e nada mais.
- Levantar a cada não e seguir em frente o seu caminho de acordo com o mapa.
- Visualizar o sucesso, a vitória, a conquista e agradecer por ter chegado lá, porque você vai chegar lá.
- Evite mau humor.
- Evite negatividade.
- Evite atalhos.
- Você é dona do seu próprio mundo, transforme-o em uma obra de arte.
- Todo dia é dia de recomeçar.
- Agradeça com fé e pureza de alma.
By Fulana – com o mapa na mão
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FULANA E SICRANA
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FULANA E SICRANA
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Sou a irmã caçula de dois irmãos. O legal de ser uma menina entre dois meninos era ter um quarto só pra mim... risos. Porém, não falaremos de mim e sim do universo deles sob minhas lentes.
Diferentes e iguais como um bom paradoxo.
O mais velho é praticamente um HD externo de zilhões de bytes (se é que isso é possível). O interesse dele passeia por todos os assuntos disponíveis do mundo, logo é um cara bom de papo. Um viajante profissional, apesar dos proventos dele chegar pelo campo da Física. Tímido, mas vive dando palestra. Confesso que não tenho ideia do que ele tanto fala nessas palestras, o que eu sei é que ele é viciado em um bom café expresso sem açúcar. Presenciei também muitas fases: a do violino, a da melancia com peixe, a de Sherlock Holmes, a de Einstein, a do rabo de cavalo, a do cabelo a la Iemanjá, a do sotaque paulista e a do sotaque cosmopolita. Creio que isso já é um bom parâmetro de conhecer alguém. Além disso, tem aqueles momentos marcantes que ficam registrados na mente de uma menina cujo irmão mais velho montou um clubinho de detetives com direito a cartinha de sócio e tudo. Transformou um terreno abandonado e repleto de lixo em um campo de futebol americano em pleno sertão baiano. Perdeu o dente da frente brincando de Tarzan entre uma mangueira e outra na casa da avó e por causa disso ficou sem poder chupar rolete de cana. A braveza ao espernear por ser obrigado a tomar gemadas. Já teve residência fixa em alguns lugares do planeta, mas parece que onde ele se sente em casa é em Trieste na Itália. Cientista e colecionador de músicas do mundo. Diz que aprendeu várias receitas saborosas, mas até hoje não tive o privilégio de degustar da sua culinária. Preciso rever isso... risos. Agora, se me perguntam sobre ele falo automático: pense em um cara enrolado? Esse é meu irmão. No bom sentido, pois faz tempo que entendi que assuntos triviais do cotidiano não são processados no HD dele. Coisa de gênio, entende?
O irmão do meio é aquele que desde pequeno sabia o que queria da vida. O senso de responsabilidade dele é tão impressionante que no fim das contas sempre foi o irmão mais velho de certa maneira. Ele visualizava, desenhava até que começou a ganhar grana construindo aviões. Hoje o brinquedo da vez é protótipo de carrinho elétrico. É tão exótico que criou um personagem de quadrinhos para representá-lo. Lembro de várias fases: a de mostrar seus dotes artísticos a qualquer viva alma que pintava lá em casa; a de brincar com suas luvas brancas de Comandos em Ação; a de montar aviõezinhos pacientemente, pintá-los e colocar os inúmeros adesivos; a fase rebelde The Doors e a calça jeans e botinas que andavam sozinhas; fotógrafo de todos os tempos e a mais torturante (pra mim lógico) fã de Radiohead. Ele sempre captava um ângulo divertido da realidade e a criatividade é seu maior dom. Sem falar das misturas excêntricas inventadas na cozinha. Dois momentos mais marcantes foram quando morávamos somente nós dois em Brasília e ele estava de partida para o interior de São Paulo. O noivado surpresa dele com direito a um tour completo por todas as joalherias da mais barata a mais cara (uma estratégia minha) e ele foi convencido de comprar as alianças na mais cara (lógico...hehehe). O dia que ele viajou e me dei conta do quão sozinha estava, chorei sozinha por toda a noite sem ninguém saber. Mal nos encontrávamos em casa, mas a presença dele era marcante e reconfortante.
A igualdade dos dois onde está?
No fato de amarem verdadeiramente e sem fronteiras suas respectivas esposas. Cada um a seu jeito, mas o amor é idêntico: forte, firme, romântico e único. Dois príncipes daqueles de conto de fada. Claro que os dois esqueceram que já está mais do que na hora de eu ser tia, mas isso é outra história e irmã caçula serve pra isso mesmo: pentelhar!!!
By Fulana, doida pra ser tia oficial!
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FULANA E SICRANA
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20:03
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Um silêncio ensurdecedor habita dentro de mim. Procuro visualizar os novos lugares ao mundo. O perdão do desperdício de senso e tempo. A quebra das correntes invisíveis do departamento de entraves e afins. Novos hábitos e árduo amanhecer. Tudo tem sempre o porquê e pra quê.
No momento, sinto a burrice de estar um pouco alheia ao dia-a-dia do mundo global. Leio rápido a Folha, o NY Times, The Guardian e o Le Monde, mas ainda assim os pensamentos estão longe e não existe a interação com o meio.
Interajo com livros, marca-textos coloridos, post-it neons, cadernos pretos e uma luminária herdada pelo irmão mais velho.
O dia começa no escuro e termina no escuro da noite. Nesse meio tempo a luz mais brilhante vem da luminária ou pelas frestas da persiana mal fechada ou mal aberta.
A máquina de café expresso cogita ser ligada a todo vapor. Ela tem destaque compartilhado com o microondas na estante da sala, só perde em temos de importância, pois em cima do microondas tem um aconchegante ambiente zen feito de cristais, incensos e cheiro de chá verde. Tudo isso para manter o sono longe e a luz acessa.
Coloquei dentro do baú da felicidade as músicas, os seriados, os filmes e as revistas divertidas. Tudo ali meio longe meio perto. O bom é que não está trancado, mas com acesso limitado.
Assim, bem lugar comum, os passos vão em busca do Norte.
By Fulana – Gilmore
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FULANA E SICRANA
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13:23
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