Silêncio
Para algumas coisas não temos explicação.
Não acreditamos, perguntamos por que, perdemos o prumo.
Só nos resta aceitar, deixa-lo ir em paz e pedir conforto para quem ficou.
Segue seu caminho Nei.
Força Renilda.
by Sicrana
"Só aqui você se sente à vontade!"
Para algumas coisas não temos explicação.
Não acreditamos, perguntamos por que, perdemos o prumo.
Só nos resta aceitar, deixa-lo ir em paz e pedir conforto para quem ficou.
Segue seu caminho Nei.
Força Renilda.
by Sicrana
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FULANA E SICRANA
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Gostaria que a sexta-feira de vocês fosse tranquila.
Infelizmente, não podemos garantir.
Aliás nesta vida, que é muito boa, não há garantia de muita coisa. Pensamos muitos. Desejamos. Imaginamos. E tudo por causa de um tal de "se".
"Se eu fizesse isto, ou aquilo". "Se não falasse tanto". "Se eu não terminasse o namoro com... estaríamos casados até hoje....." e são muitos "se". Pensamos muito e não fazemos nada.
Nas minha leituras diárias resolvi reler Alice Ruiz, poetisa curitibana, e me deparei com o poema "Se". Pensei quantos "se" atrapalharam minha vida.
Deixei de amar, de conhecer, de sorrir, deixei de experimentar. Opa! Cuidado! Preciso rever os "se" da minha vida, porque não posso deixar de SER FELIZ.
"Se
Se por acaso
a gente se cruzasse
ia ser um caso sério
você ia rir até amanhecer
eu ia ir até acontecer
de dia um improviso
de noite uma farra
a gente ia viver
com garra
eu ia tirar de ouvido
todos os sentidos
ia ser tão divertido
tocar um solo em dueto
ia ser um riso
ia ser um gozo
ia ser todo dia
a mesma folia
até deixar de ser poesia
e virar tédio
e nem o meu melhor vestido
era remédio
daí vá ficando por aí
eu vou ficando por aqui
evitando
desviando
sempre pensandos
e se por acaso
a gente se cruzasse..."
Dê asas a imaginação.
by Beltrana
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FULANA E SICRANA
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Este ano definitivamente pra mim em termos de vida social foi recheado de casamentos e a saga ainda não acabou... Fui convidada para o chá de lingerie da amiga mais antiga (nos conhecemos com 4 anos de idade) e por mais sumida (sumiço de ambas as partes) temos muito carinho e estórias divertidas.
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Os sentimentos hoje chegaram sem serem chamados. Dentro de uma caixa chegou a tristeza, a apatia e a depressão fuzilante. Desprotegida, fui aplacada. A inércia não permite nenhum movimento.
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Nota de rodapé nada mais é que nossas antigas experiências. Sejam com leituras, vivências, respostas aos questionamentos, enfim, nossas referências.
Todos têm seus pacotes de referências. Pessoa, ídolo, empresa ou produto, não importa, despercebidamente ou não, temos nossas listas de referências.
Interessante como tal lista pode ser imensa e super criteriosa. Gosto de pensar nessas coisas.
Adoro perceber as mudanças de referências ao longo dos anos e das mudanças no estilo de vida.
Selecionei alguns tópicos aleatórios e minhas devidas referências.
Melhor...
Hot roll : Jóia na Pituba
Cinema: Cine Brasília na Asa Sul
Coxinha de frango catupiry: Delly Delicatessen na Pituba
Praia: do Gunga em Maceió
Cappuccino: da Mãe da Ed
Bebida: Picasso & Monet do Bhermann
Seriado: Gilmore Girls
Música: Miss Sarajevo
Cafeteria: Lucca no Salvador Shopping
Voz: Norah Jones
Site sobre crafts: Chez Chris
Bar: da Ponta
Acarajé: da Cira no Rio Vermelho
Torta: de chocolate (a pretinha) do Unique
Chocolate do mundo: Lindt ao leite
Celular: Nokia
Lugar para fazer trilha: Chapada dos Veadeiros
Paisagem: lua cheia em Morro de São Paulo
Leitura: Paula de Isabel Allende
Blog: Conexão Paris
Loja de Biju: Codisbel da Sales Barbosa
Meias: da Nike
Rolinho Primavera: Careca na Asa Norte
Pestisco: Bodega Paulista
Sorvete: de Jaca da Ribeira
Pizza: de maçã verde e parma da Fratello
Escritora: Virgínia Woolf
Lembrei daquelas entrevistas a la Marília Gabriela ou Xuxa... risos.
E aí, quem ou o quê é sua referência?
by Fulana
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FULANA E SICRANA
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21:36
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Aqui na Bahia desde o dia 27 de setembro começa a temporada de carurus. Um programa típico é ir ao caruru na casa de não-sei-quem. Para quem não sabe, ir a um caruru é saber que encontrará provavelmente no menu : caruru, vatapá, galinha cozinha, frigideira, feijão de corda, arroz branco, farofa de dendê e cocada, no mínimo.
A depender da crença do anfitrião, podem ter variações de como será o evento (lembrando que nós baianos vivemos um belo sincretismo religioso).
Vou contar o que eu conheço desde criança e talvez por isso adore esse encontro familiar e de amigos:
Tenho várias tias católicas e pra minha sorte cada uma é devota de um santo. Logo, é certeira ter pelo menos caruru pra Cosme e Damião, como também para Santa Bárbara. O roteiro é o seguinte: às 18:00 em ponto, a mesa já arrumada para sete meninos, ao redor da mesa os convidados rezam e cantam músicas para o Santo prestigiado. Sem contar que na mesa, em local de destaque está a imagem do referido santo. As cantorias e orações só terminam quando todos os sete meninos (ou meninas) terminarem de comerem (muitas vezes de mão mesmo), inclusive de comerem os doces. Tudo muito bonito e alegre. A sensação é contagiante. Só depois disso é servido o caruru para os outros convidados. Presencio isso desde menina e é bem provável que já fiz parte da mesa como um dos ‘sete meninos’. Com a correria do mundo atual, tenho uma tia super prática que ao invés de convidar os sete meninos, faz sete marmitas e entrega nas devidas residências. As rezas e cantorias permanecem intactas.
Nossa vizinha de muitos anos é da umbanda. Todos os anos ela sempre distribuía sacolas com doces e guloseimas. Eu e a Cris (filha dela) ajudávamos na confecção das sacolinhas e muito espertamente guardávamos os melhores doces para degustarmos durante o restante do mês todo. Além disso, lembro que no portão dela a fila para entrega dos doces de Cosme e Damião era imensa. Facilitávamos a entrega e a logística da operação. De uns anos pra cá, a vizinha alterou a entrega de doces para oferecer o tradicional caruru. Sinto saudades dos doces, mas devo confessar que o caruru dela é maravilhoso. Com isso, a rotina da véspera mudou. Sei quando terá o caruru antes mesmo dela convidar. Escuto o galo cantar e as galinhas reclamarem. Elas são compradas só para a ocasião. Durante o preparo, as mulheres cantam as canções típicas de oferenda para o Orixá homenageado. A depender da época, o caruru é aberto para convidados ou fechado só para o pessoal da umbanda. Quando é aberto, nós convidados só podemos comer dentro da casa, não se pode levar nada. Quando é fechado, ouvimos o som dos atabaques e as melodias que envolvem a alma e nos faz querer sair dançando.
Não sou nem católica, nem umbandista, sou espírita e amo vatapá, logo, adoro qualquer tipo de ‘caruru’. Claro que esse tipo de comida, você tem que saber onde comer (senão é piriri na certa!).
Na Bahia, ir para o caruru na casa de alguém é ter a certeza de estar participando de um evento único e antigo. É apreciar a boa culinária africana e aproveitar para pedir ou agradecer algo de bom.
De qualquer jeito é sempre um encontro com os mais chegados e com o divino.
By Fulana
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FULANA E SICRANA
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FULANA E SICRANA
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19:34
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- Almoço com as amigas
- Exposição de arte da minha artista favorita
- Saudades
- Acampamento no meu quarto
- Muitas compras por R$ 15,00
- Pula-pula, brigadeiro, pipoca
- Saudades
- Maniçoba, mariscada
- Brigadeiro de colher
- Saudades
Bom fim de semana.
Amanhã começa tudo de novo.
Que bom!
by Sicrana
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FULANA E SICRANA
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21:11
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Em plena primavera, rezo para chover. Problemas com ar condicionado acarretam falta de inspiração. No potinho diário, rezo para ter manga. Felicidade instantânea. As letras e frases ficaram de lado por um tempo. Tempo de olhar, observar, anotar e calcular tudo.
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FULANA E SICRANA
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16:02
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